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Mostrando postagens de novembro, 2017

Gêneros textuais

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Cleber Aragão [1] Deise Ferreira [2] Discutindo gêneros textuais e suas propriedades, percebendo as possibilidades existentes em um texto.  A prática pedagógica é de grande relevância para a formação do professor, visto que é por meio dessa ação que praticamos o exercício do planejamento em sala de aula e tomamos conhecimento da responsabilidade que a escola e o professor têm na formação de seus alunos. Nessa perspectiva, foi elaborada uma atividade com gêneros textuais, com o propósito de demostrar como se estabelece, em cada gênero proposto, a relação entre os verbos e seus complementos, uma vez que um dos assuntos trabalhados na IV unidade da disciplina de Língua Portuguesa foi regência verbal.  A partir da explanação do conteúdo, foi solicitado aos alunos uma atividade em grupo. A turma foi organizada em quatro grupos, cada grupo ficou responsável por um gênero para a realização da atividade. Foi disponibilizado, impresso, ao 1° grupo um poema ; ao 2°grupo...

A DINÂMICA NA SALA DE AULA

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Carolaine Araújo Santos Jocivalda Mendes As dinâmicas de grupo são meios que estão dentro de um processo de formação e organização do sujeito, que possibilitam a criação e recriação do conhecimento. Existem vários tipos de dinâmicas, como por exemplo, apresentação, trabalho em equipe, comunicação, entre outras.  Pode-se definir dinâmica de grupo como atividades que se desenvolvem em conjunto, cujo objetivo é aprender, desenvolver, interagir, competir, divertir e refletir. Segundo Militão e Militão (2009, p.22), “aplicar uma dinâmica [...] é possibilitar o exercício de uma vivência”. Elas servem para desenvolver um caminho de teorização sobre esta prática como processo sistemático, ordenado e progressivo e, principalmente, para incluir novos elementos que permitem explicar e entender os processos vividos. As dinâmicas são importantes para responder a interrogações, como: o que pensam as pessoas? O que sentem? O que vivem e sofrem? As dinâmicas geram um processo de a...

Se minha mesa falasse?

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Paulo Lima    Diego Rodrigues Um livro de Ricardo Spindola Muniz. Embora possua apenas 45 páginas. Divididos em quatro capítulos. Publicado em 2001 pela primeira vez. “ Se minha mesa falasse... : uma análise sobre a força do cotidiano na prática pedagógica.” traz uma grande reflexão para os professores que vivem acarretados em atividades, desde o planejamento, passando por reuniões de pai e mestres, atividades dirigidas pelos professores, correções, avaliações, tudo que faz da vida de um professor um mar de coisas a se fazer. A “mesa” da casa de um casal de professores é que faz a reflexão e narra todo o enredo.  O trabalho dos professores é árduo e a mesa tudo vê e tudo sabe, reconhecem as necessidades dos professores, sua labuta diária, seu suor derramado, suas lamúrias, seus choros, dúvidas e incertezas frente sua prática pedagógica. A mesa é o local de trabalho, lugar de planejar, pesquisar e elaborar aulas c...

Iniciando a docência

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Carolina Mota O desejo de cursar uma graduação foi um dos sonhos desde o tempo da escola. Recebi incentivo de alguns professores, que me inspiraram, durante meu ciclo na educação básica, principalmente na escolha do curso. Além disso, sempre recebi grande apoio da minha família; meus pais não conseguiram nem concluir o Ensino Fundamental II, entretanto, sempre me incentivando a não desistir dos estudos.  A escolha pela licenciatura de início foi por gostar da disciplina de Língua Portuguesa na escola e por um exemplo de uma professora de Português no Ensino Médio; a sua dedicação conosco, o gosto pela profissão, sempre me chamaram atenção e foi o que me levou a escolher a profissão docente. Depois que ingressei no curso de Letras/Português, pude ter uma visão mais ampla sobre a importância da linguagem, pois a ideia que tinha antes era a Língua Portuguesa meramente resumida à gramática normativa. E, mais que isso, uma visão mais ampla do ser docente; das dificuldades e pr...

O CURSO DE LETRAS NA MINHA VIDA

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Edna Nascimento de Lima   Meu nome é Edna Nascimento de Lima, tenho 24 anos, e sou natural e residente da cidade de Valente - BA. Ingressei na Universidade em 2013 e hoje curso o sétimo semestre do curso de licenciatura em Letras com habilitação em Língua Portuguesa, porque sempre desejei ser professora. Desde criança, eu dizia para mim mesma e para minha família que queria ser professora, pois gostava do que sentia quando brincava de escolinha com meus primos. Era muito bom poder ensinar as suas tarefas da escola e ver que com meu auxilio eles conseguiam responder às questões corretamente. A princípio, prestei vestibular para o curso de Pedagogia e no mesmo ano fui selecionada no curso de Letras Vernáculas. Sendo assim, deveria escolher entre os dois cursos qual queria cursar. Escolhi o curso de Letras, na UNEB. Primeiro, porque é um curso de licenciatura e me capacitaria a tornar-me professora da nossa língua; segundo porque é um curso presencial e isso garantiria ma...

O doce da Docência

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O termo ser professor vai muito além do estar presente em uma sala de aula, um quadrado, apresentando um pouco do seu conhecimento para outra pessoa – seu aluno. Quando o termo professor se restringe apenas à sua apresentação dentro de uma escola, perde-se o foco do que a profissão tem a oferecer para a sociedade, de forma geral. Não vejo a educação e a escola como instituições falidas, mas sim como agências que contribuem com a formação do sujeito. Dessa forma, pretendo me tornar professor não apenas na nomenclatura, pois o foco é ser EDUCADOR, ir além dos muros impostos e das dificuldades encontradas numa sala de aula. Se tornar um professor é como plantar uma semente e esperar o momento certo de sua colheita; ninguém nasce professor, torna-se um. Nessa perspectiva, venho conduzindo minha trajetória e, a partir de incentivos, crescendo para ser cada vez melhor naquilo que me proponho a fazer. Diante disso, posso afirmar que o...

TRAJETÓRIA DE UMA UNIVERSITÁRIA EM FORMAÇÃO

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Sou Andrea Lopes da Cunha, natural de Valente – Bahia e resido no município de Retirolândia. Após a minha formação no Ensino Médio, ingressei na tão sonhada Universidade, no Curso de Licenciatura em Letras Vernáculas. Ser amante das Literaturas foi o maior motivo para cursar a graduação e nessas andanças me deparei com o desafio de ser Professor. Escolher essa profissão me fez perceber a necessidade de sempre oferecer o melhor de mim para a construção de um espaço educativo cada vez mais inovador e, assim, contribuir para a eficácia de um espaço educacional de qualidade e igualitário. Assim, ser professor é acreditar na vida e ter esperança no futuro; é saber ensinar a essência da vida. Ser professor é vencer obstáculos, superar desafios. Épreciso voltar diariamente para dentro de si mesmo, buscar o que aprendemos o que vivemos e, principalmente, o que somos. Assim, na essência do professor reside a alma e o segredo da vida: o saber ensinar e encantar o mundo das letras, pois ...

“Como tudo começou”

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Izabel da Silva A docência foi a profissão que sempre tive como exemplo desde minha adolescência, na qual fui acolhida e protegida por uma professora. Ali percebi que ser professor vai muito além de regras e conteúdos. O professor exerce papéis que ultrapassam o ensino. Ele exerce o papel do amigo na hora que oferece seu ombro nos momentos difíceis; do irmão e nos ajuda a encontrar soluções para os problemas, até mesmo o papel do pai e da mãe, ao dar um carinho, um abraço apertado. Minha vida escolar começou pouco tarde. Fui para a escola, inicialmente, aos nove anos de idade, pulando assim etapas importantes do ensino, como pré-escola e alfabetização, ao ser matriculada direto na 1ª série, conhecida, atualmente, como 2º ano. Passei por todas as séries sem grandes dificuldades, pois tive durante toda minha vida escolar do Ensino Fundamental até o Ensino Médio professores competentíssimos, os quais sempre me estimulavam a querer aprender cada vez mais. E, através...

Partilhando Saberes

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Deise Ferreira dos Santos Sou Deise Ferreira dos Santos, nasci no dia 01 de março de 1988, no município de Santaluz-BA. Iniciei minha vida escolar aos oito anos de idade. Desde as séries iniciais até concluí o Ensino Médio, caracterizado como curso de formação geral, estudei em escolas públicas. Ingressei na Universidade, em 2014, para cursar Licenciatura em Letras Português, com o propósito de me tornar professora, para me sentir inserida num contexto escolar em que eu pudesse contribuir com o processo de ensino e de aprendizagem.  A motivação para trilhar os caminhos da educação surgiu da reflexão realizada num âmbito familiar ao qual sempre estive inserida, uma vez que a maioria das pessoas da minha família não tiveram a oportunidade de estudar, visto que deveriam se dedicar ao trabalho para sustento do lar. Ao perceber as lacunas e implicações que a falta da educação escolar  apresentava para a  vida dos sujeitos, decidi investir na área da educaç...

EU, PROFESSORA

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Meu nome é Carolaine Araújo Santos, tenho 20 anos, nasci no dia 08 de fevereiro de 1997, na cidade de Serrinha, Bahia. Vou contar um pouco de minha trajetória escolar e profissional em relação à educação. Fui criada no seio de uma família amorosa, cujos valores mais importantes eram o respeito ao próximo e a honestidade. Então, brincava e estudava com crianças de vizinhos de diferentes classes sociais e etnias. Assim, desde cedo, aprendi a não julgar as pessoas por sua condição social, religiosa ou étnica, mas pelo caráter e comportamento. Posso dizer que minha infância foi ótima, sempre tive tempo disponível para brincar. Recebi apoio familiar no âmbito escolar, de um modo especial de minha querida e amada mãe, que até hoje é um grande incentivo para toda a trajetória que estou percorrendo. Desde o ensino primário, tirava boas notas e desenvolvia bem minhas atividades; lembro-me das minhas amáveis professoras da Escolinha Criança Feliz, sempre dóceis e encorajadoras para...

EDUCAÇÃO: UMA TROCA DE CONHECIMENTOS

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Eu sou Jocivalda Mendes de Oliveira, nasci em uma pequena cidade do interior da Bahia chamada Mairi. Sempre estudei em escola pública, cursei o magistério, concluindo o nível médio em 1996. Passei um tempo sem estudar, sendo que, em 2013, ingressei no cursinho Pré- vestibular UPT (Universidade para Todos) que me deu a oportunidade de fazer o vestibular para a UNEB. Fui aprovada no curso Letras Vernáculas. Nesse curso, a cada, dia aprendo mais como ser uma profissional. E a prática de estágio me permitirá conhecer melhor o campo que vou atuar de agora em diante. Mesmo na época em que não estava cursando o ensino superior, não deixei de fazer leituras e contribuir um pouco com a educação, pois dava aulas de reforço escolar em minha casa, para crianças e adolescentes do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental. Aqui em Conceição do Coité, fiz o concurso público municipal para...

SER DOCENTE É DAR DIGNIDADE A UM OUTRO

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Olá! Sou Jacson Silva, aluno do curso de Licenciatura em Letras com Habilitação em Língua Portuguesa e Literaturas. Venho nesse pequeno memorial falar um pouco sobre a minha caminhada na docência. Pensar o caminho da docência é, antes de tudo, saber que ele se fará caminhando. Ou seja, que ninguém nasce ou recebe o dom de ser professor, mas nas suas escolhas se constrói enquanto tal. É ess e “construir-se” enquanto professor que vivo. Primeiramente porque nunca pensei na docência, queria ser psicólogo; depois, cada sala de aula que entro ou cada experiência docente vivida é um novo-desafiador. A decisão de trilhar o caminho da docência para mim nasceu dentro de uma experiência religiosa. Convivi com missionários que trabalhavam com crianças e adolescentes em situação de risco, e eles buscavam devolver a dignidade àquelas pessoas em suas diversas dimensões – entre elas, o reforço escolar. Foi esse trabalho vivido junto a esses missionários e o gosto pela Literatura (li muito na min...

MEMORIAL

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Yuri Barbosa Martins de Oliveira Dentre as minhas perspectivas no ensino médio, eu sempre quis uma profissão que me caracterizasse e me possibilitasse um contato direto com as pessoas, pois sempre me identifiquei como um indivíduo comunicativo. Acho eu, que esse perfil voltado para a comunicação é de grande importância e sabedoria de qualquer sujeito que entenda a necessidade de, através de sua profissão, proporcionar um contato mais que o necessário ao seu público. Em uma memória assídua não me lembro de ter um dia cogitado ser docente, uma vez que, a profissão é e sempre foi estigmatizada dentro e fora do âmbito escolar. Ainda tenho sérias dúvidas do que quero como estudante de Letras, mas sinto que não haveria lugar melhor para eu estar nesse momento, que não neste curso. Demorei a me acostumar com o pensamento de fazer um curso que nunca ponderei fazer, e mesmo numa relação de amor e ódio no início, consegui entender que meu lugar era nele mesmo. No curso de Letras pude...

PARTE DE MIM É APRENDER...

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Quando iniciei minha vida escolar, lembro-me do primeiro dia. Minha mãe me levou até a porta da sala e eu não entrei de imediato, talvez percebesse como era essencial o oficio de aprender algo novo. O ano era 1997 eu tinha apenas seis anos sentei e chorei na área da escola, queria ir embora. Era uma escolinha de duas salas apenas e um vão que ia de um lado a outro coberto de telhas de cerâmica vermelha e madeira branca. Levava numa sacola de supermercado meu caderninho e um lápis com uma borracha na extremidade. Lápis do “Piu-Piu” amarelinho que perdi logo na volta para casa, ou alguém pegou, não sei. Ceinha era a professora, uma mulher alta e sorridente que me pegou pelos braços e me acalmou. A escola era chamada de Escola Enéas Araújo Ramos. A aula era boa, mas o que mais fazia era dormir. Lembro-me que a primeira letra que aprendi foi o “t” (desses que sobe e corta). Eu demorei muito a aprender (a tão amiguinha “A”, mas a Pró, coitada insistia em me ensinar o “A”. A...